1. sei que as vezes é foda da vontade de para, mas se eu para quem vai te historia pra pode conta?

    7 months ago  /  0 notes

  2. perigo ronda mas esperto eu ando sossegado
    dificil vir causa o mal pra quem ta preparado

    8 months ago  /  Notes

  3. 11 months ago  /  0 notes

  4. (via willybtheory)

    11 months ago  /  748 notes  /  Source: allaboutjordans

  5. Aquela época em que o dia era curto demais para tanta conversa, e a noite, curta demais para todo o resto.

    11 months ago  /  0 notes

  6. A interferência do tempo

    Há quem diga que o tempo não existe, que somos nós que o inventamos e tentamos controlá-los com nossos relógios e calendários. Nem ousarei discutir essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o tempo não existe, eu existo. Se o tempo não passa, eu passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.

    O tempo interfere no meu olhar. Lembro do colégio em que estudei por mais de uma década, meu primeiro contato com o mundo fora da minha casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma espécie de superfície lunar sem horizontes à vista, assim eu o percebia aos sete anos de idade. As escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas atravessavam os telhados. Os corredores eram passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes. Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou minhas retinas e deu proporção as minhas ilusões.


    A interferência do tempo atinge minhas emoções também. Houve uma época em que eu temia certo tipo de gente, aqueles que estavam sempre a postos para apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas, e a sensação que me causam não é nem um pouco desafiadora. E mesmo os que amei já não me provocam perturbação alguma, apenas um carinho sereno. Me pergunto como é que se explica que sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva se desintegrem. Alguém era grande no meu passado, fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo, dando a devida proporção aos meus afetos e desafetos.

    Talvez seja essa a prova da sua existência: o tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da infância, que exigia muitas pedaladas para ser percorrida, hoje é atravessada em poucos passos. Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa logística - ou ao menos um “calço” de quem estivesse por perto e com as mãos livres -, hoje teria seus galhos alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo do tamanho que é, sem a condescendência da fantasia.

    E ainda nem mencionei as coisas que realmente foram reduzidas: apartamentos que parecem caixotes, carros compactos, conversas telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da infância, em que cabia com folga nossa imaginação e inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao mínimo, a uma vida funcional.

    Eu cresci. Por dentro e por fora (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande, como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa volta, virou uma aldeia, somos todos vizinhos, todos vivendo apertados, financeira e emocionalmente falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa frente.

    Por Matha Medeiros.

    11 months ago  /  0 notes

  7. “Houve uma época em nossas vidas em que estávamos tão próximos, que nada parecia obstruir nossa amizade e fraternidade e apenas uma pequena ponte nos separava. Quando você ia subir na ponte, eu lhe perguntei: ‘Você quer atravessar a ponte até mim?’ Imediatamente, você deixou de querê-lo e, quando repeti a pergunta, você ficou silente. Desde então, montanhas, rios torrenciais e o que quer que separe e aliene interpuseram-se entre nós e, mesmo que quiséssemos nos reunir, não conseguiriamos. Agora, ao pensar no pontilhão, você perde as palavras e soluça e se maravilha.” Breuer pôs o livro de volta na escrivaninha. - Que conclusão você tira disso, Sig?

    (do livro Quando Nietzsche Chorou.)

    11 months ago  /  0 notes

  8. “Achar tudo profundo; eis um traço incoveniente. Faz com que forcemos a vista o tempo todo e, no final, encontra-se mais do que se poderia desejar.”

    Freud escutava com interesse.                                                                          - Enxergar mais do que se deseja - murmurou. - Gostaria de saber o que ele enxergou. Posso dar uma olhada no livro?

    11 months ago  /  0 notes

  9. que clipe foda???!?

    tudo que ele faz é mt bom, to encantada!

    11 months ago  /  Notes

  10. descobri sem quere a vidaaa…

    11 months ago  /  0 notes

  11. 11 months ago  /  0 notes

  12. o importante não é o que você sabe, ou o que você pensa em fazer

    mas o que você faz a respeito do que você pensa.

    11 months ago  /  0 notes

  13. minha area de trabalho lindinha aqui do trab. rs

    minha area de trabalho lindinha aqui do trab. rs

    11 months ago  /  Notes

  14. 11 months ago  /  0 notes

  15. 11 months ago  /  0 notes